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Conheça o Pico C Special Edition, da Super Talent Technology, um pendrive com capacidade de 64 GB de armazenamento e velocidade de até 30 MB/s. Mas isso não é tudo. O pendrive especial tem apenas 3.8 x 1.3 centímetros, é menor que uma moeda. Tão pequeno que o fabricante até sugere usá-lo como pingente de um colar ou adorno para chaveiro e aparelho celular.

O menor pendrive do mundo, o Pico C pesa 6 gramas e tem ainda acabamento em ouro. Mas ele não é somente um “rostinho bonito”.
Além da enorme capacidade, o dispositivo é de alta performance, atingindo 30 MB/s para leitura e 15 MB/s para gravação de dados.
Mesmo tão pequeno, o pendrive é “duro na queda”, segundo o fabricante: rígido, à prova d’água e capaz de guardar dados por até 10 anos. Quando guardado, ele suporta temperaturas de – 20° C até 85° C. Em operação, essa faixa fica entre 0° C e 60° C.
Ele não usa aquela típica capinha para o conector e é compatível com USB 2.0 e 1.1. Com tecnologia “Hot Plug & Play”, não é necessário instalar nada para começar a usá-lo, e ele é compatível com Windows 98 e superiores, Mac 10.X e superiores e Linux.

O designer japonês Mac Funamizu é reponsável pela criaçãod este conceito, de um celular em formato arrojado que lembra, em cor e formato, um sabonete.

Este aparelho, chamado Nagisa, foi desenvolvido por Mac Funamizu. Ele possui um teclado T9 bom botões arredondados. O aparelho é muito fino e a tela é capaz de se moldar ao formato do aparelho.
Segundo o site Yanko Design, “nagisa”  significa praia, em japonês e este é o conceito do aparelho que pretende passar um aspecto de tranquilidade, com suas bordas arredondadas e cores claras.
Infelizmente, não há maiores informações sobre a tela – se tem tecnologia touchscreen – ou se há possibilidade de fabricação. No entanto, o desenvolvimento destes conceitos é fundamental para inovações tecnológicas e de design de novos smartphones.

Fonte: Baixaki

Você conhece a tela do seu celular?


Cada vez mais os telefones celulares se afastam dos botões e teclados físicos. Desde que o iPhone foi lançado, em 2007, todos os principais fabricantes lançaram pelo menos um modelo essencialmente touchscreen. Nokia, Motorola, LG, RIM e – claro – a Apple estão cada vez mais abusando das telas sensíveis e quem ganha com isso é o consumidor.
Mas a variedade de opções, siglas e capacidades diferentes pode confundir, ou mesmo intimidar, quem acompanha o desenvolvimento da tecnologia envolvida em um aparelho desse tipo.
Enquanto no mercado de televisões uma pessoa pode escolher entre LCD comum, LCD com LED e plasma, em termos de celular a variedade é muito maior, até pelas funções extras atribuídas às telas portáteis. Sensibilidade resistiva ou capacitiva, iluminação comum ou por OLED , e até o material de fabricação são fatores que devem ser levados em conta na hora da escolha.

A melhor escolha

Agora, o que tudo isso significa? Qual a melhor tela para quem quer assistir a vídeos em qualquer lugar? Qual aparelho é mais indicado para quem mora em locais com muito sol?
Depois de ler este artigo, o Baixaki espera que a escolha do seu próximo telefone não seja baseada apenas em design do aparelho, filosofias abstratas ou em informações tendenciosas dos fabricantes.
Que toda a informação a seguir ajude você a aplicar seu dinheiro no equipamento mais indicado para o uso que você pretende fazer de seu próximo telefone touchscreen.
Por dentro da tecnologia
Toda tela touchscreen é composta por diversos elementos além do vidro que a recobre. Elementos eletrônicos transparentes são aplicados à face interna do vidro para permitir o reconhecimento dos toques, e uma terceira camada é composta pelos elementos óticos que geram os pixels visíveis. O esquema abaixo oferece uma simplificação da distribuição destes componentes.

Na ponta dos dedos

Com o lançamento de mais e mais modelos touchscreen no mercado – tendência esta que não deve diminuir tão cedo –, saber perceber quando a tela é boa ou não é essencial. A resposta a essa questão aparentemente complexa, entretanto, pode ser obtida de maneira incrivelmente fácil.
Mas antes, é necessário diferenciar as duas tecnologias utilizadas na obtenção da sensibilidade a toques: a resistiva e a capacitiva.

Estilo antigo

As telas resistivas já são conhecidas há muito tempo. Desde os anos 90 os PDAs e tablets utilizam esta interface como entrada de dados. Ao contrário de equipamentos mais modernos, os displays resistivos necessitam de pressão – ainda que bastante suave – para receberem dados. Com isso, este tipo de tela pode ser acionado com dedos, unhas e com o uso de uma stylus – a famosa “canetinha”.
A sensação de uma tela resistiva é plástica, uma vez que as várias camadas que a compõem precisam ser deslocadas umas sobre as outras para o registro do toque.

Capacidade máxima

O toque do dedo altera a corrente elétrica passando pela tela
Ao contrário das telas resistivas, a tecnologia capacitiva depende das propriedades de condução elétrica do toque. Como a pele humana tem um potencial condutor, o vidro utilizado nestes equipamentos reconhece o toque a partir dessa característica. Canetas stylus  comuns, unhas e outros objetos que não sejam condutores, entretanto, não ativam a tela e não funcionam com telas capacitivas.

Precisão ou conforto?

A escolha entre as tecnologias de resposta ao toque reside, principalmente, nessa questão. Enquanto as telas resistivas oferecem precisão praticamente ponto a ponto, a usabilidade das mesmas é menos satisfatória. Já as telas capacitivas são mostram a mesma exatidão, porém exigem muito menos esforço durante sua utilização.
Assim, se você precisa escrever bastante ou pretende jogar no seu telefone, uma tela capacitiva é a mais indicada. Caso a sua utilização não ocorra por longos períodos – como ao assistir um vídeo, por exemplo, uma tela resistiva pode ser suficiente.
Outro ponto válido a considerar é o preço, uma vez que telas resistivas são muito mais baratas para produzir do que as capacitivas. Assim, aparelhos com o segundo tipo de tela também custam mais caro.

Faça-se a luz

A outra diferença tecnológica entre as telas diz respeito à formação da imagem. Qualidade dos contornos, contraste, brilho, ângulo de visão e uma série de outros fatores são influenciados pelos componentes responsáveis pelos pixels do seu portátil.
O Baixaki foi atrás de informação objetiva a respeito, para não ficar refém dos dados de fabricantes, e a equipe espera que esta seção ajude você a compreender melhor o funcionamento, as vantagens e desvantagens de cada tipo de tela.

Rigor científico

Entre as referências pesquisadas está uma comparação extremamente aprofundada feita pelaDisplayMate, empresa especializada na tecnologia de telas e na calibração, teste, avaliação e otimização de TVs, monitores, projetores e tecnologia de exibição de imagem.
O “Smartphone Super OLED-LCD Display Technology Shoot-out” (algo como “competição de telas super OLED-LCD de smartphones”) realizado pela DisplayMate envolveu os iPhones3GS e 4, Motorola Droid (versão americana do Milestone), Google Nexus One e o Samsung Galaxy S, comparando várias características da imagem obtida em cada um dos dispositivos.

Os combatentes

A tabela a seguir mostra as características básicas da tela de cada um dos aparelhos comparados, para facilitar o entendimento do teste realizado pela DisplayMate. O resultado do teste não exibe um verdadeiro ganhador, já que cada aparelho tem forças e fraquezas em determinadas áreas

O designer sul-coreano Ku Bon-Seop desenvolveu um conceito de celular que foi batizado de “Aqua”. Sua inspiração para criá-lo surgiu enquanto desenhava com água sobre uma mesa – daí também veio a ideia para o nome, pois a palavra significa “água” em latim.
Com um corpo totalmente transparente e uma interface gráfica no mesmo estilo, o aparelho completamente futurista seria acompanhado de um visor feito de AMOLED para melhor a experiência do usuário ao manusear o modelo.
O ponto de partida da interface seria uma tela touchscreen feita à base de água.  A bateria, seguindo a mesma linha, seria líquida – além de ser ecologicamente correta e pouco poluente, também ajudaria a manter a transparência do celular.
Por mais incrível que pareça, neste modelo o usuário poderia apagar qualquer ícone da tela simplesmente ao esfregá-lo usando suas mãos. Apesar de toda a tecnologia por trás desse modelo-conceito, seu diferencial seria somente visual, pois a estrutura interna do aparelho não permitiria que ele viesse com muitas opções de uso – ou seja, provavelmente ficaria limitado a realizar ligações e enviar mensagens.
Mario tinha que enfrentar o vilão Bowser em 'Super Mario bros.'.
Mario tinha que enfrentar o vilão Bowser em 'Super

Mario bros.'. (Foto: Divulgação/Nintendo)

Quem diria que um encanador baixinho, gordinho, narigudo e bigodudo do bairro do Brooklyn, na cidade de Nova York se tornaria um dos maiores ícones dos games e da cultura pop? E foi com o game “Super Mario bros.”, que comemora 25 anos nesta segunda-feira (13), que o personagem deu seus primeiros pulos em cima de tartarugas, enfrentou o temível Bowser e salvou uma princesa indefesa rumo ao sucesso que ultrapassou gerações e o nicho dos games.
Responsável por vender mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, o jogo “Super Mario bros.” é do gênero de plataforma “side-scrolling” – jogos em 2D em que o personagem corre da esquerda para a direita e pode pular em plataformas existe mais bem-sucedido de todos os tempos. Embora não seja o primeiro, “Atari football”, de 1978, é o considerado o primogênito, foi o que conseguiu quebrar paradigmas de uma indústria que amargava péssimos resultados de vendas. Todos os games do mesmo gênero que vieram depois como “Sonic”, por exemplo, seguiram a tendência criada pelo jogo da Nintendo.


O sucesso da série “Super Mario”, cujo primeiro game foi lançado em 1985 para o console Nintendo Entertainment System (NES), se explica ao analisar o contexto histórico da época. “Em meados da década de 1980, a indústria de videogames estava em declínio. As pessoas ainda associavam games ao Atari, que eram jogos com visual muito inferior aos fliperamas da época”, afirma Steven Kent, jornalista especializado em games e autor do livro “The ultimate videogame history”, lançado em 2001.

A partir de 'Super Mario bros. 3', roupas deram habilidades especiais ao encanador.
A partir de 'Super Mario bros. 3', roupas deram

habilidades especiais ao encanador.

(Foto: Divulgação/Nintendo)
“Quando a Nintendo lançou o NES com ‘Super Mario bros.’, ela apresentou gráficos melhores do que muitos fliperamas, além de um game de longa duração e com maior complexidade do que os títulos da época. Mario era reconhecido como um homem e não uma figura de pauzinhos, os cogumelos pareciam cogumelos e não apenas algo que lembrasse o item”.

O jogo foi criado por Shigeru Miyamoto, um dos mais famosos designers de games de todos os tempos, que usou muito de sua experiência de infância e sua criatividade para criar Mario e seus games. “Artisticamente, ‘Super Mario bros.’ consegue unir aspectos do animismo japonês com uma comédia surreal, quase chaplinesca”, explica Steven Poole, autor do livro “Trigger happy” e colunista da revista especializada em games Edge. “Foi também um dos primeiros jogos que permitiram explorar o mundo que era rico e imprevisível, sempre recompensando o jogador com a experimentação”.

Além de contar com controles precisos e simples, que envolvem apenas andar, correr e saltar, e um desafio que aumenta ao longo de todos os mundos do game, é a história por trás de “Super Mario bros.” que, embora nunca tenha sido implícita até nos jogos atuais do encanador, conseguiu cativar milhões de pessoas. “O jogo trouxe algo inédito na época que era uma história fantasiosa e surpreendente e o herói improvável que salva a princesa no final”, conta Kao "Cyber" Tokio, professor de design de games.

Mario, criado em 1981 para o game “Donkey Kong”, de acordo com "Cyber", não tem o estereótipo de alguém que consegue enfrentar qualquer perigo e, mesmo assim, ele conseguir cumprir sua missão no final. “Algo que estudamos no design de games é o carisma dos personagens, seja ele Pac-man ou o Kratos [de ‘God of war]. No caso do Mario, é o herói improvável, que não tem nada do herói tradicional grego, mas ele tem um charme engraçado por ser baixinho e barrigudo”. Cyber também afirma que a Nintendo soube aproveitar o fato de o personagem “conseguir suplantar seus desafios usando um nível de violência cartunesco, aceito pela sociedade.

Sucesso nas vendas trouxe mais games

No lançamento norte-americano do NES, em 18 de outubro de 1985, “Super Mario bros.” foi vendido com o console. Isso fez com que o jogo e o aparelho se tornassem muito populares, algo que toda a criança e jovem deveriam ter nos Estados Unidos, de acordo com Steven Kent. Com a Nintendo vendo seus caixas encherem de dinheiro, uma sequência era mais do que obrigatória.

“Super Mario bros. 2”, lançado alguns anos depois falhou duas vezes nos Estados Unidos. A primeira versão trouxe basicamente a mesma história, mas fases criadas de modo aleatório. Um salto em uma plataforma podia ser arruinado por uma ventania que começava do nada e, por isso, a Nintendo optou por não importá-lo do Japão. Esta versão foi lançada tempo depois como “The lost levels”.

Com a necessidade de ter um novo game, a empresa decidiu pegar um jogo chamado “Doki doki panic” e recolocar Mario como o herói principal, lançando-o como “Super Mario bros. 2”. “O jogo era lento, não apresentou a música original e não tinha as mesmas cores do original”, diz Kent.

Desde essa época que a Nintendo cuida muito bem de Mario. “Super Mario bros. 3”, lançado em 1988, é a maior prova disso. Considerado pelos fãs um dos melhores títulos da franquia, ele trouxe roupas que davam a Mario as habilidades de voar e nadar. Além disso, trouxe um mapa que permitiu aos jogadores explorarem melhor o mundo.
“O game puxou a estética original dos consoles de 8-Bit com uma programação melhor e trouxe um personagem com mais detalhes, níveis de altura diferentes no mesmo cenário e uma imersão narrativa mais complexa”, afirma Tokio. “O público já estava preparado para a novidade, que teve uma construção mais rica do que os antecessores, ganhando com efetividade o Ocidente”.

'New super Mario bros. Wii' tentou levar a série de volta ao passado com um toque moderno.
'New super Mario bros. Wii' tentou levar a série de

volta ao passado com um toque moderno.

(Foto: Divulgação/Nintendo)
Mario vira tendência


Mario se tornou o mascote da Nintendo. E, embora outros personagens carismáticos tenham aparecido antes dele, como Pac-man, por exemplo, ele foi o que conseguiu conquistar mais fãs. “Mario, no game ‘Donkey kong’, foi o primeiro personagem humanoide dos games”, conta Steven Poole. “Depois do sucesso de ‘Super Mario bros.’, todas as outras produtoras se preocuparam em criar um mascote”. Assim vieram Sonic, Crash Bandicoot, Samus, Jak & Daxter.
No livro “Trigger happy”, Poole cita que Mario é mais conhecido por crianças norte-americanas do que o Mickey Mouse. “Foi uma pesquisa realizada por uma empresa de marketing com estudantes em 1990. Não me surpreende este fato”, conta o autor.

Com o console Nintendo 64, a fabricante conseguiu transportar Mario de um ambiente 2D para um 3D com o jogo “Super Mario 64”. “’Mario 64’ soube explorar bem o 3D, o poligonal e ter sacadas interessantes”, afirma Toquio. “Mesmo com outros jogos levando a tendência do 3D para a indústria de games, Mario leva a fama porque ele é o campeão. O mesmo ambiente que o público já conhecia como os Goombas, itens, foram mantidos, sabendo atualizar o norte da franquia”.

Ao longo dos anos, a Nintendo soube explorar Mario como um personagem que cativa os jogadores. Assim, o encanador apareceu em games de outros estilos como “Super Mario kart” (corrida), “Super Mario strikers” (futebol), “Mario tennis” (tênis), “Mario party” (coletânea de minigames) entre outros. A franquia se tornou tão forte que além do personagem principal, outros do mesmo mundo começaram a fazer parte dos títulos como seu irmão, Luigi, a Princesa Peach e o pequeno Toad.

Mesmo com outros personagens tentando alcançar a popularidade de Mario, na época como Sonic e Alex Kidd, ambos da Sega, Mario superou as barreiras dos games e se tornou ícone da cultura pop. Além dos óbvios itens de merchandising como bonecos de pelúcia, chaveiros e o que mais a imaginação permitir, o personagem teve seriado de TV e até filme no cinema.
“The Super Mario bros. super show”, que chegou passar no Brasil, tinha o ator Lou Albano, morto em 2009, como o encanador italiano. Um filme protagonizado por Bob Hoskins como Mario e John Leguizano como Luigi foi lançado nos cinemas em 1993, mas não fez sucesso. A produção fugiu muito das características conhecidas nos games.

 Para iniciar uma nova geração de jogos, Mario teve que falar. A Nintendo escolheu o ator Charles Martimet para dar voz ao personagem.

Futuro do encanador

Com os jogos mais modernos de Mario fazendo muito sucesso, com “New super Mario bros. Wii” vendendo mais de 1,4 milhões de cópias e seu título mais recente, “Super Mario galaxy 2”, com 1,2 milhões, a Nintendo está longe de esquecer do personagem.

“Ao longo da evolução, a Nintendo foi inteligente em atualizar o personagem sem acabar com seus aspectos fundamentais. Mesmo em outros games longe da série original como “Mario kart” e “Super smash bros. brawl”, onde Mario usa outras habilidades, ele continua sendo o mesmo personagem cativante”, diz Cyber.
Ainda que a fabricante não tenha anunciado nenhum novo título do herói, certamente ele dará as caras no Nintendo 3DS, portátil que deve chegar ao mercado em 2011. No Wii sua reaparição em uma nova aventura ainda é incerta, mas ele deve dar seus pulos novamente no sucessor do console.

Os especialistas em games, no entanto, não duvidam do sucesso que o próximo “Super Mario” irá fazer. “Tenho certeza que mesmo com todas as novidades que os games trarão nos próximos 25 anos, as pessoas continuarão a jogar ‘Super Mario bros.’”, disse Cyber. Quando perguntado pela reportagem sobre qual inovação o próximo game da franquia iria trazer, Steven Poole não pensou duas vezes: “Não sei prever, só sei que será muito bom”.

Mario
Por conta dos seus games, Mario se tornou mais conhecido do que Mickey Mouse. (Foto: Divulgação/Nintendo)
Jogos Mortais já perdeu seu charme faz tempo. Eu sei disso, você sabe disso e até os diretores e produtores do filme sabem disso. Mas não importa. Eles continuarão saindo enquanto a Lionsgate estiver lucrando com a produção que, geralmente, tem um custo baixo. E qual a forma mais fácil de aumentar a renda de um filme hoje em dia? Se você pensou no maravilhoso e barato método de conversão para 3D, acertou em cheio. Mas você já sabe o sétimo filme da franquia Jogos Mortais será lançado nesse formato. O que você não sabe é que o brilhantismo da equipe de Saw chegou a um patamar ainda mais interessante. Todos os outros seis filmes tiveram como título o nome Jogos Mortais e o número. Esse não. O longa, que até semana passada se chamava Saw 3D (Jogos Mortais 3D), recebeu o ridículo nome de "Saw 3D The Traps Come Alive" (Jogos Mortais 3D - As Armadilhas Ganham Vida).
Se mesmo depois disso você ainda tiver algum interesse em ver tripas voando e muito sangue em um 3D de qualidade altamente questionável, Jogos Mortais 3D - As Armadilhas Ganham Vida estréia no dia 22 de Outubro, juntamente com Atividades Paranormais 2, outro filme com potencial para decepcionar qualquer fã do gênero.

Especial: O que rolou na Comic Con

Fim de curso e pc com problema. Esses foram os motivos que me fizeram ficar meio por fora da Comic-Con 2010. Fora que como eu não estou lá qualquer coisa que eu postasse aqui seria algo que eu li em outros sites.


Se você também ficou meio por fora, vamos rever e comentar alguns momentos. Então chega de falar, vista sua camisa de Star Wars e vem comigo!

*Vingadores reunidos!

Indo numa vibe tarantinesca este post segue sem linha cronológica e já começa quase no último dia de evento, num dos momentos que deixou esse sujeito que vos escreve mais eufórico.

Vingadores tem grandes chances de ser um filme espetacular como também tem de ser uma caca fétida. Reunir e equilibrar tantos personagens incríveis não vai ser tarefa fácil pro diretor Joss Whedon, mas ver todo o elenco reunido me deixa muito mais eufórico e ansioso. Que 2012 venha logo!

Aliás, o site do filme já está no ar.

Elmo de Thor, Odin e Lóki são mostrados

Pressinto glória e vitória nesse filme também. =D


Ryan Reynolds faz o juramento dos Lanternas Verdes

Num dos únicos momentos de brilho da DC no evento, Ryan Reynolds faz o juramento dos Lanternas Verdes a pedido de um garotinho. Ver esse engajamento e vontade dos atores em um filme é bem legal.


Assista ao novo trailer do anime de Homem de Ferro

Eu já abandonei essa fase otaku há muito tempo, mas confesso que estou ansioso pra ver o anime do Ferroman. A produção é do estúdio MadHouse, o mesmo de Death Note e Batman: Gotham Knight e se você ignorar as baboseiras de anime/mangá o negócio fica épico!


Ryu e Jin Kazama vão cair na porrada!

 Depois de vários embates entre universos distintos, os lutadores de rua vão encarar Jin e todo o elenco de Tekken. E o melhor, em DOIS jogos!


Como assim, José? Vou explicar: no primeiro, Street Fighter vs. Tekken, os lutadores da Namco invadirão o mundo de SFIV com a já consagrada e apreciada engine do jogo. Já em Tekken vs. Street Fighter, os guerreiros da Capcom serão convertidos e lutarão em ambientes 3D.

Promete!

Trailer legendado da quinta temporada de Dexter

Vou te falar que achei esse preview beeeem mais ou menos. Além de bastante mal editado, os rumos que a série parecem tomar não me agradam. Enfim, só vendo mesmo pra poder dizer alguma coisa. Estreia em setembro.

Teaser de Piratas do Caribe 4

A trilogia é fraquíssima, mas concordo que o universo de Piratas do Caribe é bem interesse. Mesmo achando o segundo e o terceiro umas porcarias, pretendo assistir o quarto filme. Principalmente depois desse teaser incrível com Jack Sparrow.


*Bom, é ÓBVIO que rolou muito mais na Comic-Con, mas ai só estando lá pra saber. ;)

Especial: Meus Prêmios NICK


A Nickelodeon acaba de confirmar a participação do ator e cantor Drake Bell na 11ª edição do Meus Prêmios Nick (MPN), a maior premiação infantil da TV brasileira. Drake Bell sobe ao palco no Rio de Janeiro, no Citibank Hall, dia 23 de setembro, e em São Paulo, no Credicard Hall, no dia 30 de setembro.Depois de começar sua carreira como ator infantil em 1993, atuando em comerciais e fazendo participações em séries de TV, ele estrelou mais de nove filmes, e finalmente fez a sua estreia em 1999 no programa The Amanda Show, exibido pelo canal Nickelodeon no qual interpretava vários personagens ao lado da atriz Amanda Bynes. Em 2004, dois anos depois do Show da Amanda ser encerrado, ele voltou como Drake Parker no programa Drake & Josh.Em adição à sua carreira de ator, Bell está crescendo também no meio musical onde já teve dois álbuns lançados, Telegraph, um disco independente lançado no ano de 2005 e It’s Only Time, lançado em 2006 depois de um contrato assinado com a Motown Records. Bell deve lançar em 2010 seu terceiro disco. O cantor também participa da versão live action produzida para a TV de “Os Padrinhos Mágicos”, fazendo o papel do protagonista Timmy Turner. Além do Meus Prêmios Nick, Drake Bell fará três shows no Brasil: dia 24 de setembro em São Paulo, no Citibank Hall; 25/09 no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte e 26/09 no Citibank Hall, Rio de Janeiro.A primeira fase do MPN terminou no dia 25 de julho, com mais de 9 milhões de votos registrados no site da Nick. Após essa etapa, o canal anuncia quatro finalistas de cada grupo e abre o site para a segunda e última fase de votação. Para participar, basta entrar no site http://www.mundonick.com.br/ e votar. O Meus Prêmios Nick é a versão brasileira do mundialmente famoso Kids’ Choice Awards e será realizado em setembro, quando o canal revela os ganhadores em dois grandes shows – um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. A revelação dos artistas preferidos das crianças brasileiras irá ao ar em outubro na Nickelodeon. Creditos Anmtv,favor manter